Mário Raul de Morais Andrade

domingo, 2 de maio de 2010


Mário Raul de Morais Andrade nasceu na cidade de São Paulo em 09/10/1893, filho de Maria Luisa e de Carlos Augusto de Andrade, que era de origem humilde e ascendeu socialmente através do próprio esforço. Faleceu na cidade de nascimento em 25/02/1945. Teve intensa atividade cultural durante toda a vida: foi diretor do Departamento Municipal de Cultura, em São Paulo, e do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (então localizado no Rio de Janeiro); organizou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; lecionou História da música no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Teve participação ativa na Semana de Arte Moderna e passou a exercer uma espécie de “magistério” modernista, correspondendo-se com muitos poetas e escritores durante toda a sua vida. Além de poeta e ficcionista, foi cronista, crítico literário e pesquisador de folclore, da música e das artes plásticas nacionais. Também trabalhou na redação da revista modernista Klaxon, veículo de divulgação de idéias e trabalhos dos novos escritores após a Semana de Arte Moderna.
Suas principais obras são os livros de poemas Paulicéia desvairada, O losango cáqui, Clã do jabuti, Remate de males, Poesias, Lira paulistana seguida d’O carro da Miséria, Poesias completas; a prosa de ficção de Primeiro andar (contos), Amar, verbo intransitivo (romance), Macunaíma (rapsódia), Os contos de Belazarte e Contos novos. Sobre crítica literária, Mário publicou A escrava que não é Isaura, Aspectos da literatura brasileira e O empalhador de passarinho, entre outros. A esses títulos se somam muitos outros: crônicas, estudos sobre música e folclore brasileiros, história da arte, além de uma vastíssima correspondência e u livro de poemas “imaturos”, Há uma gota de sangue em cada poema.
 
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