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Chester A. Arthur


Nascimento: 5 de outubro de 1830
Naturalidade: Fairfield, Vermont
Morreu: 18 de Novembro 1886 (hemorragia cerebral)
Melhor conhecido como: O presidente dos Estados Unidos, 1881-1885
O vice-presidente Chester Alan Arthur tornou-se presidente em 20 de setembro de 1881, após a morte do presidente James Garfield .

Treinado como um advogado, Arthur tinha sido um líder na política do partido republicano (que ele ajudou a garantir a nomeação de E.U. Grant em 1868).

Arthur teve uma administração respeitável cuja principal conquista foi a reforma do serviço civil, notável por causa de sua reputação de nepotismo anteriores.

Arthur demonstrou como presidente que estava acima das facções dentro do Partido Republicano, apesar de não acima do partido em si. Talvez seu motivo fosse, em parte, um segredo bem-guardado do qual tinha conhecimento desde o ano posterior à sua ascensão à presidência: o de que estava sofrendo de uma doença renal fatal. Ele disputou a indicação presidencial em 1884 para não parecer que temia a derrota, mas não foi indicado novamente. Ele morreu em 1886.
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John Quincy Adams


John Quincy Adams (Boston, 11 de julho de 1767 – Boston, 23 de fevereiro de 1848) foi um advogado e político norte-americano. Foi o sexto presidente dos Estados Unidos, governando de 1825 a 1829.

Sua maior contribuição para os Estados Unidos foi o planejamento da Doutrina Monroe, durante o período que foi secretário de estado do presidente James Monroe. Era filho do ex-presidente John Adams.

Foi advogado em Boston; ministro na Haia (1794), Lisboa (1797), Prússia (1799), na Rússia (1809-1914) e na Inglaterra (1815-1917). Negociou a compra da Florida à Espanha e assentou as bases da chamada "doutrina de Monroe". Presidente (1825-1829), procurou introduzir melhoramentos internos no país, pretendendo abolir a escravatura, sem obter sucesso.

Presidência (1825 – 1829)

Durante seu período, ele trabalhou para o desenvolvimento do sistema americano de economia política, consistente de uma alta tarifa alfandegária para apoiar a industrialização do país, obras públicas tais como a abertura de estradas, e um banco nacional para estimular empreendimentos produtivos e emitir uma moeda nacional. Em sua primeira mensagem anual ao Congresso, Adams apresentou um ambicioso programa para a modernização que incluía a abertura de estradas, canais, uma universidade nacional, um observatório astronômico e outras iniciativas. O apoio para essas propostas foi limitado, mesmo entre seus próprios defensores. Seus críticos acusaram-no de indecente arogância por causa de sua apertada vitória. A maior parte de suas iniciativas foram combatidas no Congresso por partidários de Andrew Jackson, que permaneciam ofendidos desde a eleição de 1824, tumultuado pleito em que Jackson foi derrotado por Adams.

Contudo, algumas de suas propostas foram adotadas, especificamente a extensão da Cumberland Road para Ohio com estudos para sua continação a oeste para St. Louis; o início do Chesapeake and Ohio Canal, a abertura do Delaware and Chesapeake Canal e do Louisville and Portland Canal em torno das cataratas do Ohio; a conexão dos Grandes Lagos ao sistema do Rio Ohio em Ohio e Indiana; e a ampliação e reconstrução do Dismal Swamp Canal na Carolina do Norte.


Chesapeake and Ohio Canal na eclusa de SwainUma das questões que dividiram seu governo foi as tarifas protecionistas. Henry Clay era um defensor, mas o vice-presidente de Adams, John C. Calhoun, foi um oponente. A posição de Adams era desconhecida, porque seu eleitorado estava dividido. Depois que Adams perdeu o controle do Congresso em 1827, a situação tornou-se mais complicada. Ele assinou a lei altamente impopular da tarifa de 1828 (também conhecida como a "tarifa das abominações"), comprometendo em consequência suas chances de realizar mais alguma coisa durante sua presidência.

Ele e Clay fundaram um novo partido, o Partido Nacional Republicano, mas ele nunca conseguiu criar raízes nos estados. Nas eleições de 1827 Adams e seus partidários perderam o controle do Congresso. Martin Van Buren, senador por Nova Iorque, futuro presidente e seguidor de Jackson, tornou-se um dos líderes do Senado.

Muitas das dificuldades políticas de Adams eram devidas à sua recusa, em princípio, de substituir membros de sua administração que apoiaram Jackson (sobre a base de que ninguém seria removido de seu cargo exceto por incompetência). Por exemplo, seu administrador geral dos Correios, John McLean, continuou no cargo durante a administração de Adams, a despeito do fato de que ele estava usando seus poderes de proteção para bajular os jacksonistas.

John Quincy Adams faleceu na cidade de Boston, em 23 de fevereiro de 1848.
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John Adams


John Adams, Jr. (Boston, 30 de outubro de 1735 — Boston, 4 de julho de 1826) foi um advogado e político estadunidense. Foi o primeiro vice-presidente dos Estados Unidos (1789 - 1797) e o segundo Presidente deste país, de 1797 a 1801. Foi delegado no primeiro e no segundo Congresso continental. Adams chegou à proeminência nas fases iniciais da Revolução Americana. Como um delegado de Massachusetts para o Congresso Continental, ele desempenhou um papel de liderança em convencer o Congresso aprovar a Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1776.

Ocupou cargos diplomáticos na França e nos Países Baixos durante a guerra de independência e participou da elaboração do tratado de paz. Retornou ao país e foi eleito vice-presidente de George Washington.

John Adams se demonstrou contrário aos conflitos entre os ingleses, os franceses revolucionários e os federalistas americanos, dando fim à guerra no mar e incentivando a convenção de 1800 que proporcionou o reatamento das relações entre França e Inglaterra. Membros mais intransigentes do seu partido se vingaram dele não se empenhando para sua reeleição em 1800. Adams, no entanto, não pode esconder que se identificava mais com os federalistas e que sua linguagem se aproximava muito da dos ultraconservadores europeus sendo esta a explicação dada à vitória dos republicanos durante a eleição, com a subida de Thomas Jeferson à presidência. Durante seu governo ocorreram as revoluções da Virgínia e do Kentucky.

Depois da derrota pela reeleição, ele se aposentou em Massachusetts. Seu filho, John Quincy Adams, foi, também, posteriormente, presidente dos Estados Unidos.

Um fato curioso é que, John Adams e seu amigo, Thomas Jefferson (também ex-presidente e participante da Declaração da Independência) morreram na mesma data, 4 de julho de 1826, sendo que, coincidentemente, nesse dia eram comemorados os 50 anos da independência americana, a qual os dois ajudaram a conquistar.
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